O Horror da Guerra

1944

Por todos os cantos do globo, a temida guerra espalhava-se como uma doença deplorável e devastadora.

Em meio ao caos que ocorria na Europa, o capitão Connor O’Brien liderava seu pequeno pelotão rumo à Floresta Umbra, na região italiana de Gargano. Lá, o soldado de 37 anos, cabeça raspada e surdo de um ouvido, poderia iniciar de vez sua missão.

Quando desceram da lancha em que viajavam e chegaram à terra firme, um tiro no horizonte já anunciava mais uma vítima da guerra. A chuva fina do fim de tarde trazia à densa mata que entravam um clima cada vez mais fúnebre. Os coturnos dos quatro soldados passaram a afundar na lama.

— Acha que ele vai estar lá? — perguntou Gurney, um sujeito britânico destoante em meio aos três americanos que compartilhavam espaço no esquadrão. Era forte e ruivo, repleto de sardas.

— Claro que sim. — O capitão apenas torcia para que as informações recolhidas tenham sido frescas.

O objetivo era simples: subir uma cadeia de pequenos montes, sem serem avistados; adentrar a mata sombria e guiar-se por uma trilha de cascalhos que os levaria até o acampamento de Thomas Crowley, o traidor da nação.

Após a longa marcha em meio ao desconhecido, o grupo observou o sol se pôr e, depois de uma breve discussão decidiram que seria melhor continuar ao amanhecer. Sabiam que, dentro de um matagal como este, uma marcha poderia colocar todos em risco. Até lá, deveriam acampar em meio ao frio e a escuridão.

Enquanto o cabo Johnson, sujeito alto e rechonchudo, tratava de abrir as latas de ração, O’Brien observava Gurney e Miller. Sabia que eram todos muito jovens e dependentes de sua liderança, mas preferia pensar que estava cercado de assassinos natos. Infelizmente, quanto mais fazia isso, mais se lembrava de que, dentre todos eles, apenas o inglês tinha alguma experiência com missões de busca e captura.

E como se tomado por um tique nervoso, Connor jogava uma moeda para cima e a pegava de volta. Fazia isso repetidamente. Sentia falta de um livro ou qualquer outra coisa para passar o tédio. Sabia que a noite seria longa e rezava para não ser tomado pelo cansaço. Precisaria de todo o foco do mundo se quisesse dar conta do coronel que buscavam.

O alvo era misterioso. Havia servido no início da guerra, lutando ao lado dos Aliados, mas repentinamente obteve empatia pelo inimigo e desertou. E pelo que tudo indicava, agora estaria com um grupo de rebeldes, refugiando-se em meio à província de Apúlia.

Mesmo em meio ao chuvisco incômodo, o capitão pôs-se a checar os documentos mais uma vez. Tomou uma lata de feijão que Johnson oferecia. Enquanto mastigava aquela comida insossa, analisava fatos sobre o adversário: aparentemente, havia cumprido todas as missões que lhe foram dadas e era um soldado exemplar. Mesmo assim, fugira de uma base militar, na Inglaterra, durante uma noite qualquer. Seus motivos para isto ainda estavam ocultos.


Ao longo da noite, vira cada um de seus companheiros ser tomado pelo sono. Deveria ele mesmo fazer a guarda esta noite e, como sempre, lhe seria uma tarefa fácil, devido à insônia que o assolava há uma vida inteira. Porém, naquela noite, algo atípico ocorreu. O sono lhe abateu como uma bala.

Em meio às brumas de sua própria mente, pôde ver memórias distorcidas pelo tempo. Reconhecera seu pai, major desde a Primeira Guerra e detentor de diversas medalhas, retirar a própria vida com um tiro de revólver. O estouro, ao seu lado, fez com que seu ouvido esquerdo sangrasse intensamente. Ele nunca se recuperaria deste trauma.

Diante do choque, o jovem capitão fora dominado pela raiva.

— Seu covarde maldito!!! — gritou como se ainda pudesse ser ouvido. — Como você ousa?!

A fúria de si mesmo por não ter conseguido impedir o evento e a vergonha de ser filho de um suicida, fizera com que um amargor preenchesse o homem, que passara a buscar tratamento em meio aos tiros e mortes das batalhas que ingressava. Sabia que seu pai havia sido morto pela certeza de que haveria outra guerra. Por isso, matava seus inimigos como se cada um deles fosse responsável pela calamidade.

Dizia a si mesmo que fazia isso pela paz, mas grande parte de si sabia que era apenas pela mais pura vingança. Enquanto existissem guerras haveria ódio em seu coração e ele faria questão de estar em cada uma delas.

Despertou em um susto. Todos os companheiros lhe observavam com espanto. O sol já nascia no horizonte, esbranquiçado e gélido. Seria mais um dia nublado.

— Capitão... — começou Miller, o mais jovem do grupo. Com apenas 19 anos, o garoto pálido de cabelos negros também era também o mais instável e assustado. — Está tudo bem?

— O senhor estava gritando — complementou Johnson, sempre armado com a sua escopeta. — O que houve?

Em meio à vergonha de ter dormido enquanto fazia a guarda, preferiu não responder à pergunta. Respirou fundo e disse:

— Sinto muito. — Engoliu em seco. Tentou justificar seu erro, mas não lhe vinham desculpas plausíveis. — Vamos logo com isso.

Voltaram à marcha. Johnson partia no fronte, abrindo caminho com seu facão. O chão lamacento era escorregadio, o que deixava o grupo cada vez mais lento em sua busca. Já se aproximavam do objetivo, rodeado de faias e carvalhos, quando foram surpreendidos por um uivo desconhecido. Pássaros voaram para longe, pois não ousavam mais habitar o local profanado.

— O que foi isso?! — Miller olhava de um lado para o outro, em um nervosismo crescente.

— Um grito — respondera Connor, certeiro. Reconheceria o som de um homem sendo abatido, há quilômetros de distância. Já vivera o Inferno nesta guerra e, dentre todos no esquadrão, fora o único que não se deixara abater por este som da morte. No lugar disso, destravou seu fuzil M1. — Vamos continuar. Fiquem atentos.

Nuvens tomaram o sol, lhes deixando numa sombra infindável, quando Johnson notou que pisava num chão ainda mais macio e viscoso que o normal. Teria escorregado abruptamente, se os reflexos de Gurney não tivessem sido mais rápidos.

— Lama de merda! — Pensara Johnson, em voz alta.

Miller teria respondido que não era lama, se não estivesse tão chocado com a cena. No lugar disso, alertou o capitão com dois tapas no ombro e apenas encarou o chão recoberto de folhas secas e vísceras ensanguentadas.

O pesado cabo, tão focado em limpar o caminho com a lâmina, fora quem mais se atrasou em entender a situação. Quando Johnson olhou para cima, junto ao grupo, percebera o problema em que se haviam incrustado[TM1] : o corpo de um soldado italiano, erguido entre as árvores, enforcado e dilacerado, possivelmente alvo de uma tortura brutal. Sua barriga estava aberta e os olhos arregalados imortalizavam o desespero de seus últimos momentos.

— É uma vadia do Mussolini, não é? — Gurney analisava a situação, incrédulo.

— Com certeza. — Connor o reconhecia pelo uniforme. Divagava sobre o que poderia ter assassinado o homem em seu próprio território. — Saquem suas armas. Mantenham-se em guarda.

O restante da caminhada fora tomado por um silêncio ensurdecedor. Sabiam que era só questão de tempo até encontrarem o caminho de cascalhos. Tinham certeza de que haviam chegado à Floresta Umbra e, mesmo assim, não importava o quanto andassem, sentiam o ambiente cada vez mais confuso, tenso e ameaçador.

De alguma forma, o mapa já não fazia mais sentido. Os rios não estavam onde deveriam e o ambiente, conhecido por sua abundância de raposas e aves, não ousava projetar um único som. Os passos dos soldados tornaram-se, por horas, o único ruído que preenchia o lugar.

Quando pararam para tomar fôlego, outro grito foi ouvido, em meio às árvores. Porém, este parecia muito mais próximo e desumano. O som rouco e gutural parecia fruto da imaginação acovardada de Miller, mas fora percebido por todos.

— Não se preocupem com isso. — O capitão tentou acalmar os ânimos do pelotão, percebendo a inseguridade. — Provavelmente foi um lobo matando um cervo.

Sabia que não era verdade. Mesmo assim, não poderia dar aos soldados o luxo da dúvida. Todos deveriam estar sãos para o que estava por vir.

— Capitão... — Miller chamou a atenção de Connor, apontando seu rifle em direção a uma cabana de madeira, tomada por fungos e limo.

O’Brien pôs-se a olhar para o alto, tentando enxergar o céu entre a copa das árvores. Estava anoitecendo de novo. Este era o momento perfeito para encontrarem um refúgio seguro. Esboçou um sorriso, tomando a dianteira do grupo, sem saber o erro que estava cometendo.

— Vamos passar a noite aqui, mas manteremos dois em guarda dessa vez. — Planejou o capitão, atento para qualquer movimento. — Estamos em território inimigo e podemos estar mais perto do que imaginamos.

Estranhava o fato de não ter sido informado sobre a tal cabana em seus documentos. Mesmo assim, sabia que imprevistos como este poderiam cruzar o caminho. Cruzou o ambiente a passos largos, mirando o fuzil para frente, preparado para qualquer surpresa. Silenciosamente, abriu a porta da frente e foi recebido com um som macabro.

Algo estava imerso na escuridão e mastigava sem parar. O som dos dentes rasgando a carne e banhando-se no sangue revirou o estômago de Miller, que recuou lentamente.

— Alto lá! — Connor chamou a atenção do ser, que foi iluminado pela lanterna de Gurney. Todos se chocaram quando a criatura ergueu-se com rapidez, esboçando um enorme sorriso entre dentes afiados.

Seus olhos brilharam frente à luz, como os de um felino, mas seu corpo era esquelético, torto e grotesco. A mandíbula molhada de vermelho enfeitava a pele pálida e as órbitas negras, grandes e profundas. Sem pelos e com garras sujas de tripas, o abominável ser arrastou suas patas pelo chão molhado, antes de ser atravessado por um tiro na cabeça.

Quando o corpo tombou-se endurecido, Connor soltou um suspiro. Fora um tiro certeiro contra algo nunca antes visto. Pensava na possibilidade dos italianos estarem, assim como os nazistas, fazendo experimentos macabros em seres humanos. Sua mente vagava por todo o tipo de teoria, mas os pensamentos foram rapidamente extinguidos por mais um uivo no horizonte. Muitos outros vieram em seguida.

— Tem certeza que quer ficar aqui, capitão? — Johnson olhava para todos os cantos, em busca de mais uma figura incompreensível.

— Prefere acampar em algum lugar mais aberto? — Era uma pergunta que não precisava ser respondida. Adentrou o recinto e os outros o seguiram.

Passaram longos minutos mirando contra todas as entradas. O silêncio que, de repente, se instaurara no lado de fora contribuía para o medo crescente do esquadrão. Dividir espaço com a criatura desconhecida era ainda mais frutífero para a perda de sanidade.

Não demoraram muito para identificar o alimento da figura horrenda: mais um soldado italiano. Sua língua havia sido arrancada e a barriga fora cavada por unhas e dentes. Todos os órgãos pareciam ter sido removidos com uma ferocidade grotesca.


A escuridão os abraçou por completo. As trevas avassaladoras davam espaço para que a imaginação perturbada dos soldados pudesse caminhar pelos mais diversos motivos para aquele ente existir. Todas as possibilidades pareciam vir de pesadelos primitivos e ficções perturbadas.

Johnson e Miller preparavam-se para dormir, quando um som lhes cortou o sono. Havia algo à espreita, do lado de fora. Por uma janela quebrada, Connor pôde ver um olho negro lhe observando. Quando fora notado, desapareceu em meio às sombras. Grunhidos rodeavam a cabana, parecendo um misto de risos e uivos animalescos.

Mãos batiam nas paredes de madeira, como se quisessem atrair os soldados para fora ou simplesmente assustá-los. Sem se importar com o motivo, todos dispararam contra a porta, paredes e janelas da pequena cabana. Após o feito desesperado, saíram do recinto em meio a balas e gritos.

— Continuem atirando!!! — Connor observava as sombras tomarem formas indescritíveis. Algumas pareciam ter mais de duas cabeças. Outras simplesmente não tinham uma. Suas balas eram revidadas com gargalhadas e urros. Mesmo atingidas pelos disparos, as criaturas não tombavam, e estavam cada vez mais perto e numerosas.

Quando uma besta, do tamanho de um feto, saltou contra a perna de Johnson e lhe arrancou a rótula do joelho usando os dentes, Miller sentiu-se consumido pelo terror. Como se algo macabro controlasse seu corpo, ele largou o rifle pesado e, simplesmente, correu para longe. Fugiu do berço do pavor como pôde, mas não importava o quanto corresse, os gritos e rugidos permaneciam lhe acompanhando.

A corrida do jovem foi cessada por um bote que o levou ao chão. Ele berrou de agonia enquanto seus olhos eram escavados por garras. Tentou se debater e soltar-se, mas outros seres lhe seguravam as mãos e pernas. O puxavam para todos os lados, até que os ombros deslocaram-se e as pernas foram arrancadas do corpo. Sentiu as unhas das criaturas lhe penetrarem o peito, em meio à dor incessante. Finalmente, a morte lhe abriu os braços.

— Venham!!! — ordenou Connor, com a lanterna em mãos. Liderou Johnson e Gurney rumo a um barranco, onde deslizaram desengonçadamente, enchendo-se de vermes, lacraias e aranhas que cruzavam o caminho.

Debatiam-se e atiravam, quando foram tomados por uma visão inusitada: fogo. Ao norte, rumo às árvores altas e abundantes, puderam ver a iluminação que domava a noite. Era uma grande fogueira, com certeza.

Infelizmente, antes que pudessem alcançar a claridade, Johnson tombou pela hemorragia na perna. Fora respondido com dor e pavor quando os seres execráveis lhe alcançaram o tronco. Um deles, com a boca larga e sem dentes, abriu-lhe a mandíbula, despejando um muco fluorescente em seu interior. Algo que o penetrara a garganta rompendo a carne e putrefando os ossos. Tentou gritar, mas suas cordas vocais não existiam mais. Morreu em meio ao silêncio desesperador.

— Não pare! — ordenou Connor, quando percebeu que Gurney estava prestes a voltar pelo amigo.

— Mas ele... — O inglês não conseguiu achar mais palavras, frente ao pavor.

— Ele morreu, seu idiota!

Ambos calaram-se, quando perceberam que não estavam mais em uma perseguição. As aberrações haviam desaparecido, junto aos sons desconcertantes. Os soldados puseram-se a caminhar, aproximando-se cada vez mais da fogueira à vista.

Puderam ver as pessoas que rodeavam o fogo. Estavam todos nus e eram raquíticos, todos na mesma situação deplorável, com costelas à mostra. Recitavam rezas desconhecidas em meio ao frio da noite. Diferente das figuras esqueléticas que ceifaram Miller e Johnson, estes eram, com certeza, humanos.

Mesmo assim, a calma adquirida por Gurney e O’Brien fora abruptamente quebrada por um impacto na nuca. Ambos tombaram, frente ao desnorteamento e enjoo. Seus corpos foram arrastados para as proximidades da fogueira. Lá, iluminado pela luz das chamas, Connor reconheceu Crowley.

O homem era pálido como um cadáver. Seus cabelos loiros, quase brancos, lhe desciam os ombros como teias de aranha. Os olhos opacos e a face larga não batiam com as descrições do exército, mas a cicatriz que cruzava a boca era inconfundível. A visão do traidor voltou-se ao inglês, que tremia frente ao frio e o medo.

— Matem-no. — A ordem de Thomas veio baixa e calma, mas fora ouvida por todos.

Rapidamente, os homens magros e nefastos levantaram o corpo do soldado e lhe jogaram nas chamas. Gritos infantis foram ouvidos e, enquanto o cabo gritava e assava, O’Brien percebeu que havia crianças amarradas em vigas de madeira, presas próximas ao fogo.

Imerso pelo calor insuportável, Gurney tentou correr para fora das brasas, mas sempre que o fazia, era empurrado de volta. Seus dentes estavam incandescentes, brilhando em meio aos lábios carbonizados. Seus olhos estouraram como bolhas e escorreram pela face, enquanto as pernas desidratadas finalmente tombaram na lenha em chamas. Os gritos continuaram por longos minutos, até finalmente serem sobrepostos pelo som da fogueira.

Os olhos de Connor, desesperados, foram atraídos rumo ao revólver que lhe fora tomado, e agora estava na cintura de um dos homens que o mantinha imobilizado. Um mal estar lhe percorreu o corpo. O horror daquele momento zombava de qualquer coragem que O’Brien achava ter.

Crowley aproximou-se do capitão, com um sorriso macabro que mostrava dentes apodrecidos.

— Você pode sentir, não é mesmo? — O homem nu abriu os braços. — Ele está no meio de nós!

Todos os homens em volta gritaram preces em meio à proclamação veemente. Finalmente, o capitão percebeu que Thomas não servia aos italianos. Simplesmente não ligava mais para a guerra. Agora, o traidor era um escravo, e o que lhe dominava era o maior dos terrores, há muito apagado da memória de todos aqueles que planejavam manter suas sanidades intactas.

Mesmo assim, enquanto grande parte da humanidade fechara os olhos para a visão do Inferno, as trevas permaneciam atentas perante aqueles que a libertariam. E agora, chegara a hora.

— Pai de todos os pactos... Portador da única luz que clareia o caminho para a riqueza e o poder... Ouça nossas preces e ilumine nossas vidas com sua presença! — Enquanto Crowley gritava, a pele das crianças presas começara a borbulhar.

A rigidez de seus corpos simplesmente cedeu e elas desmancharam-se, todas juntas, unindo-se em um único ser. As chamas da fogueira, agora temperada com um corpo, moviam-se e tomavam formas que dançavam e riam. O fogo deixou a vermelhidão para tornar-se púrpura, afundando o ambiente em uma luz negra.

— Venha, Mephistopheles! — Thomas ajoelhou-se em soluços histéricos. — Saúda-nos!!!

Os ossos das crianças derretidas se transformaram em chifres. A pele amolecida tornou-se carregada por um couro negro. Enquanto a gosma erguia-se e enrijecia, os olhos do capitão puseram-se a desabar em lágrimas de sangue. Todos os homens à sua volta eram abençoados com a loucura suprema.

O show de horrores já não podia mais ser suportado e, como última alternativa para livrar-se da angústia e agonia, Connor alcançou a arma que lhe fora tomada. Antes que os homens insanos pudessem reagir, levou o cano à têmpora e disparou como seu pai havia feito, anos antes.

As cortinas da vida finalmente se fecharam. Mas o horror em sua alma havia apenas começado.

Não sei se entendi esta construção.

Sobre o Autor:

Vitor Carvalho é roteirista e ghost-writer, tendo trabalhado para empresas como Ubisoft Brasil e Pipocando.

É apaixonado por tudo que envolve terror, fantasia e sci-fi. Já foi publicado na antologia "Halloween dos Clássicos", com o conto "Sombras na Casa ao Lado".

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